domingo, 14 de fevereiro de 2010

Carnaval, em Paracambi


Como deve ser passar o Carnaval em uma cidade do interior do Rio de Janeiro? Primeiro que "cidade do interior" já lembra São Paulo e Minas Gerais, então uma "cidade do interior" do Rio é mais uma "cidade do interior" fake. Mas pois bem, fazer uma viagem onde não se precisa pegar nem ônibus na rodoviária e nem avião, é bem interessante. Para Paracambi, fui de trem, a parcos três reais e setenta centavos, passando por todas as estações possíveis e imagináveis. Primeiramente, fui de metrô, depois peguei a integração com o trem. Só havia andado uma única vez nesse transporte em minha vida, no ano de 2002, em Portugal. Fiz uma viagem de umas três horas, da cidade do Porto até a cidade de Lisboa. Como já era de se esperar, então, o trem daqui é bem diferente que o trem de lá: as pessoas vendem coisas dentro dele e caminham correndo, desesperadas, entre os trilhos, até alcançarem os vagões desejados (adivinhem de qual dos países menciono?)

Já na cidade de destino, em apenas dois, três dias, passei ao lado, estando eu compartilhando da mesma festa que ele, do prefeito. Aonde que em uma cidade grande um cidadão comum consegue estar ao lado, tão facilmente, de um prefeito? Apenas em Paracambi.

Eu continuo depois, porque já é tarde e tem gente querendo usar o computador.

Beijos e abraços sem ter fim.

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O carnaval em Paracambi não acabou muito bem, eu acho.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Gordinho

Daqui a pouco Felipe Dylon estará igual ao Bruno de Lucca:

http://porrafelipe.tumblr.com/

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Eleições 2010


Eu não teria problemas em votar, para presidente, na Dilma Rousseff. Não apenas pelo fato inédito de uma mulher poder chegar a assumir a presidência da República, mas porque também não me vejo votando em José Serra. Não sei, ele é muito São Paulo. Enfim, Dilma realmente está tendo uma visibilidade muito maior que todos os outros virtuais, ainda, candidatos. Ela que foi esoerta e os outros burros. Todos estão perdendo boas oportunidades, que ela está sabendo aproveitar.


Bem, vou parar de falar de política, pois não gosto muito disso.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

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O tédio é um tédio.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Os abraços instáveis


Existem coisas que, na vida, realmente não se pode, e não se deve, fugir. Como exemplo, o sentimento de amor por um ser próximo, ou, até, por si mesmo. Tal atitude demonstra contemplação e devoção, além de humildade perante sentimentos e composturas terceiras. Claro, a primeira, compaixão por alheios, é deveras mais expressivamente isso o que acabei de dizer do que a seguinte, extremamente mais egocêntrica.
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Um dos mais emocionantes momentos que se pode passar enquanto se está vivo é o momento romântico em que nem se está seriamente com uma pessoa, mas que também não se está descompromissadamente com ela. Os artifícios de encontro, amor e conquista devem ser mais trabalhados e a corda bamba é muito mais bamba, porque a situação é instável. A instabilidade, portanto, é instigante, mas também opressora e sufocadora.
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Pedro Almodóvar, como se vê na imagem, é um dos diretores espanhóis de maior expressividade mundial, tanto no fim da segunda metade do século XX, quanto no começo da primeira metade do século XXI. Penélope Cruz, por sua vez, é a atual musa do diretor, conseguindo transmitir, já em mais de um filme, toda a dramaticidade possível de um sangue latino.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Copacabana na vida de Memélia


Por esses dias fiquei pensando sobre o bairro de Copacabana, carioca da Zona Sul. Então, dizem que lá é onde há o maior índice de pessoas da terceira idade por quilômetro quadrado, ou algo do tipo. Enfim, sabe-se que lá existem muitos idosos. Aí, vem à cabeça o pensamento de que lá deve haver qualidade de vida. Mas será que isso é verdade?


Ao pensarmos que, nas décadas de 1940 e 1950, Copacabana era o auge do glamour e sofisticação, é de se crer que os idosos que hoje lá vivem não são nada mais do que os jovens que naquela época lá estavam. Então, eles apenas não sairam de onde sempre viveram, por laços afetivos e/ou financeiros, não porque é um bairro calmo, bucólico, ótimo para as caminhadas dos senhores e senhoras.


Sendo assim, Copacabana vive os resquícios do que foi um dia.


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Como os jornais de classes altas não nos permitem esquecer, esse mês Dona Maria Amélia, mais conhecida como Memélia, mãe de Chico Buarque, fez aniversário de 100 anos, comparecendo à festa personalidades ilustres, como o presidente da República Luis Inácio Lula da Silva e sua candidata à sucessão, Dilma Rousseff.


Pensemos, portanto, sobre como deve ser chato ser desta família:


O marido de Maria Amélia é Sérgio Buarque de Holanda, historiador bastante conhecido. Possuem dois filhos cantores, Chico Buarque e Miúcha, expoentes da Bossa Nova e de qualquer outro movimento músico-cultural do final do século XX. Miúcha teve um relacionamento com o igualmente cantor famoso João Gilberto e dessa relação nasceu Bebel Gilberto. Por sua vez, Chico Buarque casou-se com Marieta Severo, grande atriz, e tiveram Silvia, não tão conhecida assim, mas ainda atriz. Por último, o primo de Maria Amélia é Afonso Arinos de Mello Franco, membro da Academia Brasileira de Letras.


Ah, Memélia mora em Copacabana.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Gafes BBBnianas

De Pedro Henrique de Freitas, para Guido Arosa, no Orkut:

"A Hora da Estlela
25.Jan.2010

Serginho, Lia e Fernanda conversando na varanda sobre literatura.

Serginho: – Eu nunca li Clarice Spektor.
Lia: – Clarice LINSpector, pô.
Serginho: – Ah, Linspector. Então, nunca li. Diz que é bom.
Fernanda: – Eu também nunca li o livro, mas já li resumo."

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