
sábado, 20 de março de 2010
Sobre mães e paredão Dicésar x Serginho

segunda-feira, 15 de março de 2010
Te amo, tá?
"Te amo, tá?"
"Tá."
É por essas e outras que mulheres se interessam por gays.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Os famosos e meu Twitter


O nerd e a internet
Eu assino a "Época". Por muito tempo recebi em casa a "Veja", mas agora eu recebo a "Época" mesmo. Então, nela, tem a página que fala dos vídeos que bombaram na web. Aí, na revista dessa semana, falaram sobre um cara nerd que fala sobre as agruras de uma vida nerd. É o justo PC Siqueira, que está crescendo na internet, já disse ser amigo do Serginho do BBB e juro de pés juntos que não é um ator, mas sim um ser humano nerd mesmo.
O fato é que ele já está no site da MTV.
Para os interessados, o Twitter do PC Siqueira é @pecesiqueira, porque ele tinha que ter um Twitter.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Alguma coisa sobre prêmios, filmes, chapéus e felciitações

Agora, sobre o prêmio de Melhor Atriz, como é que Sandra Bulloke ganha, no mesmo dia, o prêmio de Melhor Atriz, pela Academia, e o Framboesa do Ano, das piores atuações?
Com certeza a narração da TNT é muito melhor que a da Rede Globo. Primeiro que a TNT cobre todo o evento, até o pré-evento, com as celebridades passando pelo tapete vermelho. Então, estava eu, assistindo ao fim da transmissão do canal à cabo, quando a tradutora, ao lado do comentarista Rubens Ewald Filho (não se sabe quem é pior, se ele ou José Wilker), dá os parabéns ao primeiro, por ser seu aniversário. Até aí morreu Neves, se não fosse o fato de a mulher, em menos de dois segundos, ter dado, novamente, outro parabéns, e tudo com aquela voz formalíssima. Muito estranho. Mas mais estranho ainda foi o chapéu usado, dentro de estúdio, por Wilker, no "Em cima da hora edição das 10", da Globo News.
Eu antigamente, para acabar esse post, via muito mais filmes, no cinema. Agora, estou vendo tão pouquinhos... Nessa época de premiações, via todos os filmes concorrentes possíveis. Ontem, de surpresa, no Shopping Leblon, acabei vendo um, sem querer. "A single man", do diretor e estilista Tom Ford, com Colin Firth, que concorreu, pelo papel, a seu primeiro Oscar, o de Melhor Ator, e com a atriz Julianne Moore. A tradução do título que foi a coisa mais idiota que eu já vi. De "A single man", ou, "Um homem solteiro", para os mais normais, passou-se para "O direito de amar"! Novela melodramática mexicana é pouco. Praticamente um "O direito de nascer".
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
O ócio descriativo
Lisboa, Portugal - 05 de Janeiro de 2002***
Eu vou ter chegado, no dia 22 de Março de 2010, a quase cem dias de férias, da faculdade. Realmente, não tenho mais condições de permanecer sem nada para fazer.
Estou tendo a percepção de que meu metabolismo está mais baixo, minha motivação quase nula e minha vida, praticamente, estagnada. Por exemplo, hoje eu deveria ter que acordar cedo, ir ao laboratório Sérgio Franco, em Vila Isabel, para fazer exame de sangue. Eu acordei cedo? Nada, o despertador tocou e eu nem aí. Só ao meio-dia e quinze despertei e nada mais poderia ser feito, pois já era tarde para fazer o exame.
Isso é apenas um dos casos de minha pasmaceira. Não estou indo escrever meu livro, estou deixando o blog um tanto de lado, perco muito tempo à toa no orkut, twitter e msn...
Uma droga.
Vamos ver se eu recriando uma rotina, as coisas voltam à suposta normalidade. Quero retomar a academia (parada depois de uma crise renal, em junho passado).
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Carnaval, em Paracambi

Como deve ser passar o Carnaval em uma cidade do interior do Rio de Janeiro? Primeiro que "cidade do interior" já lembra São Paulo e Minas Gerais, então uma "cidade do interior" do Rio é mais uma "cidade do interior" fake. Mas pois bem, fazer uma viagem onde não se precisa pegar nem ônibus na rodoviária e nem avião, é bem interessante. Para Paracambi, fui de trem, a parcos três reais e setenta centavos, passando por todas as estações possíveis e imagináveis. Primeiramente, fui de metrô, depois peguei a integração com o trem. Só havia andado uma única vez nesse transporte em minha vida, no ano de 2002, em Portugal. Fiz uma viagem de umas três horas, da cidade do Porto até a cidade de Lisboa. Como já era de se esperar, então, o trem daqui é bem diferente que o trem de lá: as pessoas vendem coisas dentro dele e caminham correndo, desesperadas, entre os trilhos, até alcançarem os vagões desejados (adivinhem de qual dos países menciono?)