Fotografia número 3: "Almoço espanhol"quarta-feira, 26 de maio de 2010
Vídeos
Quero postar videoartes em meu canal do YouTube.
Já tenho um:
Vejamos se eu terei capacidade de criar outras coisas, fora que espero que as tecnologias do YouTube não me vençam pela burrice, como as do Blogger são super capacitadas em fazer: escrevi bastante aqui, mas depois deu erro. Agora vai ficar só nisso mesmo, e olhe lá.
Já tenho um:
Vejamos se eu terei capacidade de criar outras coisas, fora que espero que as tecnologias do YouTube não me vençam pela burrice, como as do Blogger são super capacitadas em fazer: escrevi bastante aqui, mas depois deu erro. Agora vai ficar só nisso mesmo, e olhe lá.
domingo, 23 de maio de 2010
Janela indiscreta

Ontem, na Fosfobox, em Copacabana, tocando aquela música do filme 'Closer', chamada 'The blowers daughter', ou coisa assim, e vendo um casal que aparentemente se amava muito brigar, quase chorei. É verdade. Fiquei observando os dois por muito tempo, intercalando momentos de virada de rosto pela vergonha de ser visto espionando a vida alheia. Mas em todo o caso era por uma boa causa: eu torcia mentalmente para que eles voltassem a ficar de bem e via nos dois uma realização pseudo-amorosa muito interessante.
Enfim, um era feio, o outro era bonito. O feio era magro e baixo e o bonito era alto e forte. Realmente isso só acontece com os outros feios, cá entre mim e eu mesmo.
***
Soneto da separação (Vinícius de Moraes)
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo, distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Eu quero ler Fernando Pessoa, eu quero ser Fernando Pessoa

Eu vou fazer que nem a Cora Ronai e só colocar fotos minhas nos meus posts, mesmo que eleas não tenham nada que ver com o assunto tratado.
Outro dia eu percebi que não sei o que é uma crônica. O professor Lauro Góes, um que já foi ator, pediu para que fizéssemos uma crônica para a aula do dia seguinte. Acabei escrevendo sobre o amor entre filhos e mães, sob o título "Fragmentos de um discurso materno-filial". Acho que valeu maia a pena ter feito isso para colocar o que escrevi no meu livro, ainda que sinceramente não ache que ele seja bom o suficiente para isso.
Comentei outro dia que queria ler Fernando Pessoa. Ou melhor, queria ser Fernando Pessoa. Aliás, eu tenho uma foto com a estátua de Fernando Pessoa, em Lisboa.
domingo, 16 de maio de 2010
De amor ou paz (Elza Soares)
terça-feira, 11 de maio de 2010
Cotas e UFRJ
Venho aqui mostrar a minha opinião pessoal sobre as cotas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), maior instituição federal do país.
Sendo assim, acredito que cota racial não seja coisa legítima. Acho, até, que cota racial seja uma reafirmação do preconceito, uma segmentação e uma estereotipação. Existem brancos pobres e não é porque a pessoa é preta, parda ou índia que não é capaz de passar no vestibular da mesma maneira que uma pessoa branca.
Outra questão: as cotas para instituições públicas. Há grandes contrastes entre a escola estadual de ensino médio do meu bairro e um Colégio Militar, Pedro II, Cefet, Faetec etc.
Portanto, cotas devem existir para a baixa renda, seja ela de qualquer cor e deve haver, também, um olhar mais atento quanto às instituições públicas a serem postas em cotas universitárias.
Por fim, cotas não são solução de absolutamente nada. Acreditar que isso vai resolver disparidades é burrice. Uma melhor estruturação do ensino básico é urgentíssima.
Sendo assim, acredito que cota racial não seja coisa legítima. Acho, até, que cota racial seja uma reafirmação do preconceito, uma segmentação e uma estereotipação. Existem brancos pobres e não é porque a pessoa é preta, parda ou índia que não é capaz de passar no vestibular da mesma maneira que uma pessoa branca.
Outra questão: as cotas para instituições públicas. Há grandes contrastes entre a escola estadual de ensino médio do meu bairro e um Colégio Militar, Pedro II, Cefet, Faetec etc.
Portanto, cotas devem existir para a baixa renda, seja ela de qualquer cor e deve haver, também, um olhar mais atento quanto às instituições públicas a serem postas em cotas universitárias.
Por fim, cotas não são solução de absolutamente nada. Acreditar que isso vai resolver disparidades é burrice. Uma melhor estruturação do ensino básico é urgentíssima.
domingo, 9 de maio de 2010
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Fotografia número 1: "A contemplação"
