segunda-feira, 30 de junho de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
Faça sexo e jornalismo; leia e escreva livros; ame sua família e amigos; e não pratique a guerra e o orkuticídio!
- Quero uma overdose dos meus amigos queridos. Estou morrendo aos poucos sem eles, sinceramente. Eles me irritam certas vezes, mas por outras eles me fazem o homem mais feliz do mundo. Caraca, maluco! Os quero mais que depressa!
- Criei coragem e entrei no Centro Acadêmico de Comunicação Social (Cacos). Lá fede um pouco, mas é decente. Lá vive gente legal. Lá vive gente que nem a gente, gente.
- Segundo "O cortiço", de Aluísio Azevedo, o mundo é largo, tem lugar pro gordo e tem lugar pro magro. Diz também que burro é quem se mata. Então, cabeção, presta bastante atenção: não se mata e vai ler um livro!
- A praia está precisando muito de mim. Ela está perdendo sua cor e suas veias azuladas já começam a dar as caras. E praia só é praia mesmo em Ipanema. Se tivesse praia no Grajaú, a praia só seria praia aqui em Grajaú City. Mas, como aqui não a tenho, amo a de Ipenema, reduto dos legais, antenados, cults, bonitos e ai ai ai.
- Hoje percebi que no jornalismo nem todos gostam do que você produz. Não vai ser por isso que eu vou largar mão de ser foca e entrar em outra empreitada. Noto também que errei em certos momentos do meu trabalho. A vida é assim mesmo: é errando que se aprende. Levar umas verdades na cara nos faz melhores amanhã, ou hoje de noite mesmo.
- Vi o primeiro beijo na boca envolvendo dois homens, na televisão, essa segunda. O primeiro, claro, dentro de um programa semanal de canal fechado, nada envolvendo pornografia explícita, por favor. "Will and Grace" é M-A-R-A!
- Um dia eu vou ser capaz de escrever coisas melhores e mais produtiva e com algum sentido para a vida de vocês, meus leitores. Sendo que, enquanto isso, não fujam de mim. Senão eu faço o papel de maníaco depressivo e mato cada um de vocês, meus xuxus!
- Eu só sei que isto vai ser legal pra fechar o blog de hoje: Eu não aguento mais escutar sobre 1968 e escutar também que a juventude de hoje é apolítica, bitolada e blá blá blá! Nós, geração 2000, somos capazes de tudo e mais um pouco! Temos nossos modos de protestar!
E esse aqui é o meu modo, escrevendo.
Um grito de gerra: "Faça sexo e jornalismo; leia e escreva livros; ame sua família e amigos; e não pratique a guerra e o orkuticídio!"
E tenho dito.
- Criei coragem e entrei no Centro Acadêmico de Comunicação Social (Cacos). Lá fede um pouco, mas é decente. Lá vive gente legal. Lá vive gente que nem a gente, gente.
- Segundo "O cortiço", de Aluísio Azevedo, o mundo é largo, tem lugar pro gordo e tem lugar pro magro. Diz também que burro é quem se mata. Então, cabeção, presta bastante atenção: não se mata e vai ler um livro!
- A praia está precisando muito de mim. Ela está perdendo sua cor e suas veias azuladas já começam a dar as caras. E praia só é praia mesmo em Ipanema. Se tivesse praia no Grajaú, a praia só seria praia aqui em Grajaú City. Mas, como aqui não a tenho, amo a de Ipenema, reduto dos legais, antenados, cults, bonitos e ai ai ai.
- Hoje percebi que no jornalismo nem todos gostam do que você produz. Não vai ser por isso que eu vou largar mão de ser foca e entrar em outra empreitada. Noto também que errei em certos momentos do meu trabalho. A vida é assim mesmo: é errando que se aprende. Levar umas verdades na cara nos faz melhores amanhã, ou hoje de noite mesmo.
- Vi o primeiro beijo na boca envolvendo dois homens, na televisão, essa segunda. O primeiro, claro, dentro de um programa semanal de canal fechado, nada envolvendo pornografia explícita, por favor. "Will and Grace" é M-A-R-A!
- Um dia eu vou ser capaz de escrever coisas melhores e mais produtiva e com algum sentido para a vida de vocês, meus leitores. Sendo que, enquanto isso, não fujam de mim. Senão eu faço o papel de maníaco depressivo e mato cada um de vocês, meus xuxus!
- Eu só sei que isto vai ser legal pra fechar o blog de hoje: Eu não aguento mais escutar sobre 1968 e escutar também que a juventude de hoje é apolítica, bitolada e blá blá blá! Nós, geração 2000, somos capazes de tudo e mais um pouco! Temos nossos modos de protestar!
E esse aqui é o meu modo, escrevendo.
Um grito de gerra: "Faça sexo e jornalismo; leia e escreva livros; ame sua família e amigos; e não pratique a guerra e o orkuticídio!"
E tenho dito.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
De repente, não mais que de repente
Soneto da separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfes a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo, distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfes a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo, distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Coisas e pessoas que me fizeram, fazem e com certeza sempre me farão chorar

''Só tenho uma coisa para dizer: você me fez chorar.''
Hoje eu conheci o rapaz que fez o menino do filme ''Central do Brasil''.
Só tenho e terei uma coisa para dizer sempre: ele me fez chorar.
Um filme e um personagem para a vida, os que nos fazem chorar.
***
Eu simplesmente desisto dos celulares. Eles nunca conseguem funcionar plenamente comigo. Eu desisto. O meu celular me faz chorar.
***
Na terça-feira eu fiquei 3 horas no ônibus, para voltar para casa. Juro. 3! Ônibus em geral me fazem chorar.
***
Hoje eu tive prova múltipla-escolha de Introdução ao Cinema. Provas múltipla-escolha me fazem chorar. Eu sempre fico em uma dúvida cruel entre duas opções. Entrego a prova no último minuto. Ou seja, pensei o máximo que pude. No fim eu descubro que, dentre as duas, eu escolhi justamente a errada.
domingo, 13 de abril de 2008
A arbitrariedade do governo venezuelano, os erros dos jornalistas e uma ode à liberdade de imprensa

A Venezuela de Hugo Chávez cancelou ''Os Simpsons'', por considerá-lo o quê... imoral, digamos assim. Em seu lugar colocou ''SOS Malibu'', com Pamella Anderson. Olha... bem... Hum...
***
O ''Jornal do Brasil'' está tentando, com todas as suas forças, se reerguer economicamente e moralmente. Isso é muito bom. Hoje dei uma comprada no ''JB''. Tem muita coisa boa, mas também tem muita coisa de ruim, assimo como todo jornal. A diferença é que parece que não existe ninguém dentro daquela redação que dá uma revisada nos textos.
Na matéria da página A26, de Camila Arêas, diretamente de Assunção, no Paraguai, ela escreve: ''Diretor do Centro de Políticas Públicas da Universidade Católica do Paraguai, o cientista político Luis Fretes...''. Quatro parágrafos depois, ela escreve: ''As colônias brasileiras no Paraguai 'são fruto de condições comparativas', resume o cientista político Luis Fretes, diretor do Centro de Políticas Públicas da Universidade Católica do Paraguai...''.
- Será que ela ficou tão cheia de trabalho que não se deu nem ao trabalho de revisar o texto escrito?
- Segundo a minha ótica, uma jornalista que é enviada para cobrir eleições consideradas históricas no Paraguai, deve ser no mínimo respeitada e consolidada profissionalmente. Não consolidada no sentido de estar trabalhando há séculos e conhecer as pessoas certas, mas ter noção mínima do que está fazendo.
Concluindo : Necessita-se urgentemente de um editor-chefe que leia as matérias de sua incumbência antes de serem publicadas ou necessita-se de jornalistas que releiam suas matérias antes de serem publicadas.
Mas graças à Deus que existe o ''Jornal do B.'', por ser uma outra opção de leitura e conhecimento e, além de tudo, um mercado de trabalho para eu e você, jornalistas desse meu Brasil tão varonil.
Que fiquem aí o ''Jornal do Brasil'', ''O Globo'', ''O Dia'', ''Extra'', ''Folha de S.Paulo'', ''Estado de S. Paulo'', ''Meia Hora'', ''Expresso'', ''Zero Hora'', ''Veja'', ''Época'', ''Piauí'', ''Carta Capital'', Rede Globo, Record, Bandeirantes, Rede TV!, MTV.......................
segunda-feira, 31 de março de 2008
Botafogo, Lapa, Brasília e Piauí
No sábado fomos à Pistache, bar-boate em Botafogo, na rua Marquês de Olinda. Já fui lá umas três outras vezes com os meus amigos de sempre. Local relativamente em conta para se dançar até tarde, não-proibido para menores de idade... ou seja, bom lugar para quem tem 17 se divertir e para quem tem 18 não achar que a presença dos dezesseteanos vai atrapalhar sua noite.
Só que isso já tem um tempo, hoje ele é outro.
Descobrimos no local que a entrada havia aumentado. Antes se pagava R$10,00 aleatoriamente ao que se comesse. Isso independente do gênero do ser humano. Hoje paga-se R$30,00 homem e R$20,00 mulher. Eles dizem que estão dando um 'bônus' para os frequentadores: nós temos o direito a consumir vinte reais sem ter que pagar nada a mais! Entenderam?! Você, homem, paga R$30,00 para entrar, sendo que desses, vinte são para sua alimentação. Olha que coisa linda? Realmente uma pessoa normal vai ficar sentada a noite toda se empanturrando até chegar na cota dos vinte para não sair no prejuízo.
Mas o pior de tudo nem foi isso, e me espantou tanto que merece até um parágrafo exclusivo ao fato. Ficou proibido para menor de idade. ¬¬''
O parágrafo vai ser sim, apenas de duas frases. Não tenho mais capacidade para escrever mais sobre o tema, partindo do princípio de que estou suficientemente indignado.
Mas foram eles que saíram perdendo. Afinal, meus pés nunca mais entrarão em um tão merda local.
***
Mas como a noite estava apenas começando e uns outros amigos ainda não tinham chegado, fomos até a Rua Farani. Tal rua é conhecida como o ponto de encontro dos universitários da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e um dos restaurantes de lá, sendo qual eu não sei, equivalente ao Seu Pires da PUC (Pontificia Universidade Católica), ao Sujinho da UFRJ da Praia Vermelha (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e ao Mangue da UFRJ do Fundão.
Ficamos no bar da Foca ou coisa do tipo, o que claro, me remeteu a tão amada e idolatrada profissão. Nunca vi cardápio tão pequeno como o deles e que só tinha pizza para comer. Além de só ter pizza, ela só tinha dois tamanhos possíveis, pequena ou grande. A grande de mussarela saiu por dez reais. Uma garrafa de Skol por R$2,50.
Definitivamente gostei de lá.
***
Uns amigos foram embora e outros queriam estender a noitada. Eu era um dos que desejavam aumentá-la. Partimos direto para a Lapa. Éramos cinco. Quatro homens e uma mulher. Sendo apenas dois homens maiores de idade e os outros dois e a moça, menores. Mas existe coisa melhor que ficar dançando na calçada, ao lado da boate, escutando a música e se divertindo de graça, mermão??!!
Demos uma passado, lá pelas 5 da manhã, na Pizzaria Guanabara. Uns amigos beberam uma coca, outro um cajuzinho. Resolvemos partir.
Nesse momento, claro.... começa a chover! O abrigo foram os Arcos da Lapa. Ficamos lá ao lado de uns outros, que cantavam 'Como uma deusa'. Meu ônibus e o de minha amiga, chegou. Nos despedimos e entramos. Lá encontro um veterano meu de Comunicação Social na PUC (Puta Universidade Cara, Paraíso Universitário Carioca). Lá estavam caras bêbados zoando com a cara de outros caras bêbados. Lá estavam pessoas que iam para o trabalho. Lá estavam pessoas que, como eu, estavam voltando da noite carioca.
Voltei para casa e dormi muito. E com a certeza de que para a Pistache em Botafogo eu vou dizer não, não, não.
***
Revista Piauí, edição número 19 nas bancas dia 02 de Abril de 2008.
***
Raciocinem comigo: Tereza Cruvinel, Helena Chagas e Franklin Martins eram da imprensa. Agora estão no governo. Nesse governo houveram alguns escândalos. Jornalistas, principalmente de Brasília, sabem das coisas antes de nós.
Digo isso, nada mais, posso aparecer amanhã com formiga na boca, enterrado nas areias de Ipanema.
Fica a idéia no ar, interpretem como quiser.
Só que isso já tem um tempo, hoje ele é outro.
Descobrimos no local que a entrada havia aumentado. Antes se pagava R$10,00 aleatoriamente ao que se comesse. Isso independente do gênero do ser humano. Hoje paga-se R$30,00 homem e R$20,00 mulher. Eles dizem que estão dando um 'bônus' para os frequentadores: nós temos o direito a consumir vinte reais sem ter que pagar nada a mais! Entenderam?! Você, homem, paga R$30,00 para entrar, sendo que desses, vinte são para sua alimentação. Olha que coisa linda? Realmente uma pessoa normal vai ficar sentada a noite toda se empanturrando até chegar na cota dos vinte para não sair no prejuízo.
Mas o pior de tudo nem foi isso, e me espantou tanto que merece até um parágrafo exclusivo ao fato. Ficou proibido para menor de idade. ¬¬''
O parágrafo vai ser sim, apenas de duas frases. Não tenho mais capacidade para escrever mais sobre o tema, partindo do princípio de que estou suficientemente indignado.
Mas foram eles que saíram perdendo. Afinal, meus pés nunca mais entrarão em um tão merda local.
***
Mas como a noite estava apenas começando e uns outros amigos ainda não tinham chegado, fomos até a Rua Farani. Tal rua é conhecida como o ponto de encontro dos universitários da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e um dos restaurantes de lá, sendo qual eu não sei, equivalente ao Seu Pires da PUC (Pontificia Universidade Católica), ao Sujinho da UFRJ da Praia Vermelha (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e ao Mangue da UFRJ do Fundão.
Ficamos no bar da Foca ou coisa do tipo, o que claro, me remeteu a tão amada e idolatrada profissão. Nunca vi cardápio tão pequeno como o deles e que só tinha pizza para comer. Além de só ter pizza, ela só tinha dois tamanhos possíveis, pequena ou grande. A grande de mussarela saiu por dez reais. Uma garrafa de Skol por R$2,50.
Definitivamente gostei de lá.
***
Uns amigos foram embora e outros queriam estender a noitada. Eu era um dos que desejavam aumentá-la. Partimos direto para a Lapa. Éramos cinco. Quatro homens e uma mulher. Sendo apenas dois homens maiores de idade e os outros dois e a moça, menores. Mas existe coisa melhor que ficar dançando na calçada, ao lado da boate, escutando a música e se divertindo de graça, mermão??!!
Demos uma passado, lá pelas 5 da manhã, na Pizzaria Guanabara. Uns amigos beberam uma coca, outro um cajuzinho. Resolvemos partir.
Nesse momento, claro.... começa a chover! O abrigo foram os Arcos da Lapa. Ficamos lá ao lado de uns outros, que cantavam 'Como uma deusa'. Meu ônibus e o de minha amiga, chegou. Nos despedimos e entramos. Lá encontro um veterano meu de Comunicação Social na PUC (Puta Universidade Cara, Paraíso Universitário Carioca). Lá estavam caras bêbados zoando com a cara de outros caras bêbados. Lá estavam pessoas que iam para o trabalho. Lá estavam pessoas que, como eu, estavam voltando da noite carioca.
Voltei para casa e dormi muito. E com a certeza de que para a Pistache em Botafogo eu vou dizer não, não, não.
***
Revista Piauí, edição número 19 nas bancas dia 02 de Abril de 2008.
***
Raciocinem comigo: Tereza Cruvinel, Helena Chagas e Franklin Martins eram da imprensa. Agora estão no governo. Nesse governo houveram alguns escândalos. Jornalistas, principalmente de Brasília, sabem das coisas antes de nós.
Digo isso, nada mais, posso aparecer amanhã com formiga na boca, enterrado nas areias de Ipanema.
Fica a idéia no ar, interpretem como quiser.
sexta-feira, 21 de março de 2008
Eu sempre disse não, não, não.
Eles tentaram me mandar para a reabilitação.
E eu disse não, não, não.
***
Eu não vou perder meu beibe, xuxu.
Não, vou não.
***
Vai, me beije e anda logo com essa porra pois eu não tenho o dia inteiro
***
Pq eles me mandaram para a reabilitação e eu disse não, não e não.
E também... Eu me enganei e sabia que enganaria...
Eu te avisei que eu era problema, você sempre soube que eu não sou lá aquelas coisas.
***
Outra coisa: nunca mais toca aquela música. Ela me traz lembranças. De alguns dias que eu um dia conheci. Daqueles dias que eu passei contigo.
Mesmo lá em cima com ex, eu não conseguia chegar lá.
E, além de tudo, eu choro por você em um chão de cozinha.
***
Concluindo: Não toca mais aquela música pois você sabe que eu não sou nada bom e ainda por cima eu neguei minha própria reabilitação.
E eu disse não, não, não.
***
Eu não vou perder meu beibe, xuxu.
Não, vou não.
***
Vai, me beije e anda logo com essa porra pois eu não tenho o dia inteiro
***
Pq eles me mandaram para a reabilitação e eu disse não, não e não.
E também... Eu me enganei e sabia que enganaria...
Eu te avisei que eu era problema, você sempre soube que eu não sou lá aquelas coisas.
***
Outra coisa: nunca mais toca aquela música. Ela me traz lembranças. De alguns dias que eu um dia conheci. Daqueles dias que eu passei contigo.
Mesmo lá em cima com ex, eu não conseguia chegar lá.
E, além de tudo, eu choro por você em um chão de cozinha.
***
Concluindo: Não toca mais aquela música pois você sabe que eu não sou nada bom e ainda por cima eu neguei minha própria reabilitação.
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